A Rede de Adolescentes e Jovens Vivendo e Convivendo com HIV/Aids da Região Centro Oeste juntamente com o Grupo AAVE / Pastoral da Aids realizou nos dias dias 20 a 22 de junho o I Encontro de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids do Estado de Goiás. Participaram desse evento 45 adolescentes e jovens vivendo e/ou convivendo com HIV/Aids. Foram ofertadas palestras com os temas: Vulnerabilidade as DST/Aids, Abordagem as Doenças Sexualmente Transmissíveis, Novas Perspectivas de Prevenção as DST/HIV/Aids e Direito da Pessoa Vivendo com HIV/Aids. Além disso, o evento ofereceu espaço para troca de experiencia e ajuda mutua.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Atendimento Psicológico Gratuito
A partir desde mês A Associação Grupo: Aids, Apoio, Vida e Esperança- Grupo AAVE oferecerá atendimento psicológico gratuito para pessoas que vivem com HIV/Aids e familiares. Para participar basta agendar seu atendimento pelo telefone (62) 3271-4510 de segunda a quinta-feira das 12:30 hs as 17:30 hs.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Reunião da Rede de Adolescentes e Jovens Vivendo e Convivendo com HIV/Aids do Estado de Goiás
A Rede de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids do Estado de Goiás se reuniu no ultimo sábado dia 31 de maio de 2014 , na Associação Grupo Aids, Apoio, Vida e Esperança - Grupo AAVE para um maravilhoso pique nique. Esta reunião tinha como objetivo oferecer apoio humano e emocional por meio de uma recreação sadia que permitisse conversa descontraída. A Rede de Jovens Goiás se reúne mensalmente, no ultimo sábado do mês no Grupo AAVE as 14h.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Boato de contágio do HIV por exame assusta moradores do Sertão de PE
A notícia de que falsos exames de glicemia que estariam transmitindo o vírus do HIV/Aids tem agitado os sites de mídias sociais. Moradores de Petrolina, Sertão pernambucano, tem trocado mensagens com essa notícia e parte da população está assustada.
A mensagem está sendo disseminada relata que um suposto enfermeiro, portador do vírus da Aids, estaria utilizando o material do teste de glicemia para transmitir o vírus a outras pessoas. As vítimas estariam sendo abordadas nas ruas da cidade e ao aceitarem furar o dedo para retidada da amostra de sangue, aconteceria o contato com o material infectado.
“Uma amiga passou a mensagem e eu achei importante compartilhar porque hoje em dia não se pode mais confiar. Muita gente age de má fé”, explicou a dona de casa Wanessa Vieira Lins, de 26 anos, que mora em Petrolina.
Já a auxiliar administrativa, Maíra Coêlho Freire, de 28 anos, não acreditou na informação passada. “Quando uma coisa é lançada na internet não dá para acreditar. Eu não vi nenhum veículo noticiando, então não compartilhei”, relatou.
O G1 entrou em contato com a Prefeitura de Petrolina que, através da Secretaria de Saúde, oferece gratuitamente o exame. De acordo com a assessoria do governo municipal, não há agentes de saúde fazendo esse tipo de exame nas ruas da cidade.
Em nota a secretaria informou que os testes de glicemia realizados no município seguem todas as normas de segurança requeridas pelo exame. “Todo pessoal que realiza o exame é devidamente uniformizado e identificado, bem como todo material utilizado é descartável, excluindo todo risco da transmissão de qualquer doença”.
A nota esclarece que a recomendação é para que os exames sejam realizados nas Unidades de Saúde ou em eventos promovidos pela prefeitura, onde toda equipe esteja devidamente identificada. E qualquer dúvida a secretaria e a ouvidoria do município, através do número gratuito 156, estão à disposição dos moradores.
A prefeitura destacou ainda que está alerta para qualquer tipo de ação que coloque em risco a saúde do moradores de Petrolina. E caso alguma evidência sobre o caso apareça na cidade, a polícia será imediatamente acionada.
Fonte: Site G1
Será que médicos egípcios venceram a AIDS?
A obtenção de resultados consistentes, segundo os médicos, é confirmada por estudos do sangue dos pacientes durante 33 meses, depois de serem tratados. O resultado é conseguido não só em relação à AIDS, mas também em relação a outra doença perigosa: hepatite C.
O tratamento completo dura seis meses. A elaboração do método demorou 20 anos. Parte dos estudos, por encomenda dos egípcios, foram realizados na Rússia, em laboratórios de Dubna.
Como já havia declarado à Voz da Rússia Ahmed Amin, coronel dos serviços médicos, participante dos estudos, atualmente acontece a preparação para a entrega de tecnologias do método de tratamento aos hospitais militares. Depois, à medida que se for preparando médicos e pessoal, planeja-se começar os tratamentos segundo a nova metodologia também nas instituições médicas.
O método de tratamento é know-how de um grupo de médicos dirigido por Ibrahim Abdel-Atti, general dos serviços médicos das Forças Armadas do Egito. A Voz da Rússia foi o primeiro órgão o qual o general Abdel-Atti aceitou dar uma entrevista.
Embora o projeto não seja mais secreto, o general não autorizou ser fotografado durante o encontro, mas ofereceu-nos suas fotografias antigas, tiradas em Dubna nas etapas iniciais dos estudos. Ele falou de si assim:
"Eu, durante toda a vida gostei e gosto de estudar. Na Universidade de Alexandria, eu estudei fisiologia e anatomia. Terminei a universidade com distinção, depois encontrei emprego na Arábia Saudita, onde trabalhei no Laboratório Médico Central e no Banco de Sangue de Riade. Na Arábia Saudita, eu interessei-me por estudos laboratoriais. A julgar por tudo, tive êxito. Em todo o caso, eu aí recebi uma bolsa de estudo de pós-graduação nos Estados Unidos. Mas tinha uma criança pequena, por isso tive de renunciar a essa viagem: tive a possibilidade de fazer uma pós-graduação da Universidade Químico-Tecnológica Mendeleev. Alí obtive o grau de pós-graduado. Consegui o emprego prático dos meus conhecimentos em Sri Lanka, para onde ia durante uma semana de três em três meses, e, numa universidade local, dediquei-me a diferentes ramos da medicina.
Depois tive oportunidade de regressar à Rússia e isso esteve ligado à elaboração da minha metodologia de tratamento da AIDS. A Rússia é um país onde a solidariedade profissional e ajuda mútua dos cientistas estão muito desenvolvidas. Em Dubna ajudaram-me a realizar todas as análises químicas indispensáveis. Realizamos estudos nos aparelhos mas modernos. Os estudos foram muito pormenorizados e confirmaram que os meus medicamentos não são tóxicos e podem ser empregues no tratamento das pessoas. Isto permitiu-nos ficar convencidos da justeza do sentido optado. Mas ainda foram precisos anos de trabalho."
Em julho, o método do general Abdel-Atti começará a ser empregue em massa nos hospitais egípcios. Planeja-se tratar também estrangeiros:
"Gostaria de repetir que estou muito grato pela ajuda que me foi prestada na Rússia. Por isso quero comunicar agora que decidi convidar cinco pacientes da Rússia, que irão ser tratados por mim e de forma completamente grátis. Estou pronto a pagar do meu bolso a estadia no país.
Os pormenores deverão ser precisados, mas o esquema deve ser o seguinte: o serviço de saúde russo escolherá cinco pacientes infetados com o vírus da AIDS e comunicará isso, em carta oficial, à embaixada do Egito em Moscou. Estamos prontos a receber os doentes a qualquer altura, sem esperar o início oficial do tratamento em julho. Tenho apenas uma condição: depois de regressarem à Rússia, essas pessoas deverão fazer análises e declarar oficialmente a ausência de vírus nos seus organismos. Repito, estou pessoalmente pronto a garantir o tratamento grátis a esse primeiro grupo.
Aos restantes russos garantiremos o tratamento a metade de preço que está previsto para o tratamento dos estrangeiros. Isso será uma manifestação dos nossos sentimentos amigos para com a Rússia e os russos.
Respeito profundamente o povo da Rússia que dá grande contribuição para o desenvolvimento da ciência mundial. E estou feliz pelo fato de as nossas relações com a Rússia se reforçarem nos últimos tempos."
Fonte: Radio Voz da Russia
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_03_30/Ser-que-m-dicos-eg-pcios-venceram-a-AIDS-5726/
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terça-feira, 18 de março de 2014
Participante do Big Brother Brasil sugere extermínio das pessoas vivendo com HIV
"Vamos matar todo o mundo.” Essa foi a sugestão da participante do Big Brother Brasil (BBB 14), veiculado pela Rede Globo de Televisão, Angela, 26 anos, advogada, de São Roque, Estado de São Paulo, como medida para ser aplicada a todas as pessoas vivendo com HIV. Não satisfeita, depois de proferir a sentença de morte, a advogada ainda disse: "O que mais me irrita é saber que a Aids existe porque teve um idiota que foi transar com um macaco.”
Angela fez os comentários infelizes, que causaram imediata indignação nas redes sociais, durante uma conversa sem pé nem cabeça sobre o destino da epidemia no reality show da Globo. Outro participante, Cássio, 22 anos, estudante de publicidade, de Alvorada, Estado do Rio Grande do Sul, dava aos colegas a desinformação de que, geralmente , quem tem (HIV) não dura mais de 40 anos.
"O que o homem gasta com remédios para portadores de Aids, se ele gastasse apenas três vezes mais, em 40 anos acabava a Aids no mundo. Daria remédio para todas as pessoas. Quem já tem, geralmente não dura mais de 40 anos, eles falecem e a Aids acaba", disse o gaúcho.
"Quanta idiotice”, reagiu Silvia Almeida, ativista do Movimento Nacional das Cidadãs PostiHIVas, há 20 anos vivendo com HIV e trabalhando pelo fim do preconceito. "O mínimo que a Globo tem de fazer para reparar esse absurdo é expulsar essa participante do programa. É justamente por causa de pessoas assim que temos um trabalho enorme de conscientização e prevenção."
"Que loucura! Estou chocado. Muito absurdo essa pessoa reforçando o preconceito dessa maneira. Precisamos de uma retratação urgentemente”, disse José Araújo Filho, presidente do Espaço de Prevenção e Humanização (Epah). "A Globo é responsável por tais situações. O programa é de responsabilidade da emissora, que ganha milhões. O Departamento (Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde) tem de se posicionar."
"Como uma advogada pode dizer, em rede nacional, que portadores de HIV deveriam morrer todos? É chocante", escreveu uma internauta no Twitter.
"Ângela disse no BBB14 que para acabar com a HIV-Aids, é preciso matar todos os portadores da doença. Próxima eliminada do programa." e "Bial realmente precisava trazer a baila o lance do HIV pra baixar a bola da Angela", foram outras manifestações no Twitter.
Uma petição pública está circulando na internet pedindo a imediata retratação da Globo, no endereço:http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR70334
Angela fez os comentários infelizes, que causaram imediata indignação nas redes sociais, durante uma conversa sem pé nem cabeça sobre o destino da epidemia no reality show da Globo. Outro participante, Cássio, 22 anos, estudante de publicidade, de Alvorada, Estado do Rio Grande do Sul, dava aos colegas a desinformação de que, geralmente , quem tem (HIV) não dura mais de 40 anos.
"O que o homem gasta com remédios para portadores de Aids, se ele gastasse apenas três vezes mais, em 40 anos acabava a Aids no mundo. Daria remédio para todas as pessoas. Quem já tem, geralmente não dura mais de 40 anos, eles falecem e a Aids acaba", disse o gaúcho.
"Quanta idiotice”, reagiu Silvia Almeida, ativista do Movimento Nacional das Cidadãs PostiHIVas, há 20 anos vivendo com HIV e trabalhando pelo fim do preconceito. "O mínimo que a Globo tem de fazer para reparar esse absurdo é expulsar essa participante do programa. É justamente por causa de pessoas assim que temos um trabalho enorme de conscientização e prevenção."
"Que loucura! Estou chocado. Muito absurdo essa pessoa reforçando o preconceito dessa maneira. Precisamos de uma retratação urgentemente”, disse José Araújo Filho, presidente do Espaço de Prevenção e Humanização (Epah). "A Globo é responsável por tais situações. O programa é de responsabilidade da emissora, que ganha milhões. O Departamento (Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde) tem de se posicionar."
"Como uma advogada pode dizer, em rede nacional, que portadores de HIV deveriam morrer todos? É chocante", escreveu uma internauta no Twitter.
"Ângela disse no BBB14 que para acabar com a HIV-Aids, é preciso matar todos os portadores da doença. Próxima eliminada do programa." e "Bial realmente precisava trazer a baila o lance do HIV pra baixar a bola da Angela", foram outras manifestações no Twitter.
Uma petição pública está circulando na internet pedindo a imediata retratação da Globo, no endereço:http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR70334
Aumento da violência homofóbica e transfóbica preocupa Comissão de Direitos Humanos
O aumento de níveis de violência contra pessoas LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais) e organizações pelos direitos de gênero no continente americano tem preocupado a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Somente entre outubro de 2013 e janeiro deste ano, pelo menos 58 mulheres trans, 58 homens gays, duas lésbicas e um homem bisexual foram assassinados nas Américas. A CIDH cobra que os estados adotem medidas urgentes e efetivas no enfrentamento dos ataques.
No último mês de novembro, por exemplo, a Kouraj, organização jamaicana LGBTI, localizada em Porto Príncipe, capital do Haiti, foi ferozmente saqueada e seus membros atacados físicamente, ameaçados e hostilizados. Os agressores proferiram ainda insultos de caráter homofóbico, além de roubarem computadores e outros materiais de trabalho da entidade.
Já em Tegucigalpa, capital de Honduras, defensoras e defensores dos direitos LGBTI e de pessoas portadoras do vírus HIV tiveram de fechar as portas de seu escritório por serem continuamente objeto de ameaças e ataques. Por meses, integrantes da organização haviam sido vítimas de agressões físicas, perseguições nas ruas, ataques de agentes da policía, além de, em julho do ano pasado, a filha de uma das líderes ter sido sequestrada. Há registros também de uma organização trans nicaraguense, localizada em Manágua, capital do país, atacada por um grupo que invadiu seu escritório com agressões físicas e roubos, dentre outros casos.
Segundo um comunicado da CIDH, os ataques a mulheres trans se dividem entre Argentina (2), Belize (1), Brasil (39), Chile (1), Colômbia (2), Honduras (1), Jamaica (1), México (3), Peru (2), Estados Unidos (2), Uruguai (1) e Venezuela (3). Já em relação aos assassinatos de homens gays, os crimes ocorreram no Brasil (5), Chile (3), Cuba (1), Honduras (1), México (2) e Peru (1). No caso dos assassinatos de duas lésbicas e um homem bisexual, as violações foram registradas no Brasil, país que lidera a classificação, em números absolutos.
A Comissão também manifesta sua preocupação quanto aos obstáculos que encontra quem promove e defende os direitos das pessoas LGBTI. Em Monterrey, no Nordeste do México, a uma organização estudantil LGBTI foi negada permissão para operar no campus de uma universidade privada com a finalidade de conscientizar sobre homofobia. Em Lima, capital do Peru, uma integrante do Conselho Metropolitano da Cidade, que insistia em incluir uma referência explícita às pessoas LBGTI na Lei Anti-Discriminação, foi atacada verbalmente por outro integrante.
CIDH cobra ações dos estados
Diante do contexto, a CIDH ressalta que os estados têm obrigação de investigar os atos de violência e punir seus responsáveis. "A não efetividade da resposta estatal fomenta altos índices de impunidade, os quais, por sua vez, propiciam sua repetição crônica, ficando as vítimas e seus familiares indefesos”, ressalta.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos é uma organização autônoma da Organização de Estados Americanos (OEA) e tem a finalidade de promover a observação dos direitos humanos na religião. Recentemente, a entidade iniciou um trabalho de relatoria dedicado aos direitos LGBTI.
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